sábado, 30 de março de 2013

Dossiê Renúncia do para Bento XVI.


Em Belém, onde Jesus nasceu apenas 35% são cristãos.

No último século, proporção de pessoas que professam o cristianismo no Oriente Médio recuou de 20% para 3%. Crescimento da perseguição religiosa na esteira da Primavera Árabe acelerou o fluxo de saída da região


Os cristãos não estão imigrando voluntariamente. Estão sendo coagidos por ameaças e intimidação - informa Naguib Gabriell, diretor da União Egípcia de Organizações de Direitos Humanos (Euhro).
 
TEL AVIV — Diante de perseguições religiosas, do baixo índice de natalidade e dos constantes conflitos - tanto entre árabes e judeus quanto entre as diversas vertentes muçulmanas -, o rebanho da maior fé monoteísta do planeta míngua justamente na região onde o cristianismo nasceu. Hoje, apenas 3% da população do Oriente Médio é composta por cristãos, ou 15 milhões entre os 500 milhões de habitantes da região. O percentual é muito menor do que há apenas um século, quando os seguidores de Jesus eram 20% dos moradores. O GLOBO inicia neste domingo série sobre os desafios que o próximo Papa terá de enfrentar em alguns dos países mais importantes para o catolicismo.


A tendência se torna cada vez mais visível. Desde o ano 2000, por exemplo, mais de 1,5 milhão de cristãos deixaram o Oriente Médio. E os dados mais recentes dão conta de que o ritmo do exílio - forçado ou não - se acelerou ainda mais com a Primavera Árabe, a onda de revoltas populares contra regimes ditatoriais que sacode a região desde dezembro de 2010, dando origem a tumultos em países como Egito, Tunísia e Iêmen e a uma guerra civil na Síria.

No Egito, onde 10% da população de 80 milhões são cristãos, o êxodo é latente. Só em 2011, pelo menos 100 mil cristãos deixaram o país, temendo que a queda do ditador Hosni Mubarak levasse a uma maior influência dos radicais islâmicos, o que se concretizou com a vitória de Muhammad Mursi, ligado à Irmandade Muçulmana, nas eleições presidenciais de meados de 2012. Desde a queda de Mubarak, cresceu o número de ataques aos cristãos coptas, com incêndios a igrejas e assassinatos de líderes.

A fuga cristã é uma realidade também em outros países. No Líbano, os cristãos - principalmente os maronitas - eram maioria (75%) na época da independência do país, em 1943. Hoje, são apenas um terço da população (35%).

Na Síria, os cristãos (10% da população) são grande parte dos refugiados que fogem do país com destino à Jordânia, à Turquia e ao Líbano. Eles são identificados pelos oposicionistas com o governo do presidente Bashar al-Assad. Não há números oficiais, mas ONGs de direitos humanos acreditam que pelo menos 5% dos 2 milhões de cristãos do país já tenham deixado a Síria. Preocupado, o patriarca maronita do Líbano, Beshara al-Rai, afirmou que há forças que estão aproveitando a guerra civil síria para fomentar o conflito regional entre muçulmanos xiitas e sunitas.

Na Terra Santa, a situação, agravada pela tensão entre israelenses e palestinos dos últimos 60 anos, também preocupa a liderança cristã. Os cristãos eram maioria até a virada do século X na região que engloba, hoje, Israel e os territórios palestinos. Mas eles foram perdendo gradualmente lugar para muçulmanos no milênio seguinte. O começo da imigração judaica, há 150 anos, e a criação do Estado de Israel, em 1948, acentuaram a tendência.

Um dos maiores exemplos é Belém, cidade onde, segundo a tradição religiosa, Jesus nasceu. Há apenas 20 anos, 80% dos moradores da cidade eram cristãos. Hoje, são menos de 35%. Na cidade sagrada de Jerusalém, onde Jesus foi crucificado e ressuscitou, os cristãos se reduzem a apenas 2%. Eram muito mais (20%), há seis décadas. Outro agravante é a disputa interna entre as diversas vertentes cristãs, que brigam entre si pelo controle dos locais sagrados.


 

Link Revista Mundo

Meus queridos alunos,

Segue o link da Revista Mundo: http://www.clubemundo.com.br

Boa Páscoa a todos.

Que a ressurreição de Cristo seja símbolo de renovação de nossas forças para vencermos os obstáculos da vida.

Bjs.
Professora
Érica Coelho.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Mudanças Vestibular UERJ


A UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO, EM SEU EDITAL, FEZ A SEGUINTE ALTERAÇÃO PARA O VESTIBULAR 2014:


A DISCIPLINA MATEMÁTICA FOI SEPARADA DO EIXO CIÊNCIAS DA NATUREZA QUE, PASSA AGORA A SER COMPOSTO APENAS POR BIOLOGIA, FÍSICA E QUÍMICA.


MATEMÁTICA- ORIENTAÇÃO GERAL

O uso do raciocínio matemático é imprescindível não só para o desenvolvimento da ciência, mas também para a solução de diversas situações que se apresentam no dia a dia. No exame de qualificação, essa área se faz presente articulando três grandes eixos que, inter-relacionados, são adequados para identificar e analisar fenômenos naturais ou sociais em um dado domínio do conhecimento ou da vida cotidiana. Pretende-se com isso dar destaque ao pensamento lógico e à interpretação e representação matemática desses fenômenos. A utilização de estratégias para o enfrentamento de situações-problema e as aplicações de modelos matemáticos convenientes são também privilegiada neste Exame.

EIXOS DA ÁREA

Aritmética

• Sistema decimal: representações; adição, subtração, multiplicação, divisão.

• Números naturais: divisibilidade; MMC; MDC.

• Números reais: adição, subtração, multiplicação, potenciação, radiciação; razões; proporções; regra de três; porcentagem.

• Conjuntos: relações de pertinência e inclusão; união; interseção; diferença; complementar

• Representação de dados: média aritmética, geométrica e harmônica; tabulações; histogramas e gráficos de setores.


Álgebra:
• Expressões algébricas: adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação, radiciação; identidades; equações; inequações.

• Funções: afim; quadrática; exponencial e logarítmica; seno e cosseno; tangente; representações gráficas.

• Sucessões: progressões aritméticas; progressões geométricas; juros simples e compostos.

• Problemas de contagem: análise combinatória simples e com repetição; cálculo de probabilidades.

• Matrizes: representações; adição e subtração; multiplicação; multiplicação por um número real.

• Sistemas de equações: lineares; não lineares.


Geometria

• Figuras no plano: simetrias e homotetias; polígonos, circunferências e círculos; relações métricas; relações trigonométricas; distâncias, ângulos, áreas, perímetros

• Figuras tridimensionais: poliedros; áreas e volumes de prismas, pirâmides, cilindros, cones e esferas.


ATENÇÃO:

FILOSOFIA E SOCIOLOGIA JÁ CONSTAVAM NO EDITAL DO CONCURSO EM QUESTÃO DESDE 2005.

MAIORES INFORMAÇÕES:  http://www.vestibular.uerj.br


                                                                       Prof.: Érica Coelho.
 

EUA VEEM PROGRAMA NUCLEAR DA COREIA DO NORTE COMO "SÉRIA AMEAÇA"

PAÍS AFIRMA QUE DESCONHECE O QUE MOTIVARIA O USO DE UMA ARMA NUCLEAR POR PARTE DO REGIME NORTE-COREANO

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que "ninguém vai conseguir 100% do que deseja" (Foto: EFE)
A inteligência americana considera o programa nuclear da Coreia do Norte e o de mísseis uma "séria ameaça" aosEstados Unidos e para a região do leste asiático, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira.
O documento apresentado no Senado pelo Diretor Nacional de Inteligência dos EUA, James Clapper, analisa as ameaças contra interesses americanos no mundo como o terrorismo, os ciberataques e as armas nucleares.
Clapper disse que as capacidades nucleares da Coreia do Norte visam à "dissuasão, ao prestígio internacional e à diplomacia coercitiva" e reconheceu que desconhecem o que motivaria o uso de uma arma nuclear por parte do regime norte-coreano.
Segundo o diretor, embora acreditem que " (a Coreia do Norte) só tentaria utilizar armas nucleares contra forças dos Estados Unidos ou seus aliados para preservar o regime de Kim (Jong-un), não sabemos o que levaria, desde a perspectiva da Coreia do Norte, a atravessar esse umbral".
A análise foi feita depois que a Coreia do Norte ameaçou na semana passada anular o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-53), após publicar um acordo entre China e EUA na ONU para impor novas sanções à Coreia do Norte por seu teste nuclear de fevereiro.
O relatório lembra que a Coreia do Norte exportou mísseis balísticos e materiais associados a vários países, incluindo Irã e Síria, e ajudou esse último a construir um reator nuclear que foi destruído em 2007.
Apesar de o regime se comprometer nas negociações de seis lados - entre as duas Coreias, Estados Unidos, China, Japão e Rússia - em 2005 e 2007 a não enviar material nuclear, nem tecnologia ou conhecimento, os EUA estão "alertas à possibilidade de que a Coreia do Norte possa exportar tecnologia nuclear".
A Coreia do Norte anunciou em 12 de fevereiro que realizou seu terceiro teste nuclear e que, em dezembro de 2012, conseguiu pôr em órbita um satélite, o que segundo a inteligência americana "demonstra que (o país) está comprometido a desenvolver tecnologia de mísseis de longo alcance que pode significar um perigo direto para os Estados Unidos".

Programa nuclear da Coreia do Norte

Coreia do Norte declara "completamente nulo" cessar-fogo com Seul


Tanques sul-coreanos manobram durante o exercício militar anual "Key Resolve" Foto: AP
Tanques sul-coreanos manobram durante o exercício militar anual \"Key Resolve\"
Foto: AP


A Coreia do Norte declarou "completamente nulo" nesta segunda-feira o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-53) e garantiu, através do jornal Rodong Sinmun, que está se preparando para uma guerra iminente contra a Coreia do Sul e os Estados Unidos. "Agora é o momento da batalha final", afirmou a publicação do regime após declarar inválido, como anunciou na semana passada, o cessar-fogo vigente há seis décadas.

O editorial afirmou que "ninguém pode prever" o que vai acontecer na região, onde a tensão permanece elevada. O jornal acrescentou que Pyongyang deixou seus mísseis estratégicos e os sistemas de lançamento múltiplo de foguetes de prontidão para um ataque. Além disso, afirmou que todos os cidadãos do país se transformaram em soldados, em uma nova advertência que chega após vários dias de ameaças do regime através de seus meios de comunicação.

A vizinha Coreia do Sul, através do Ministério da Unificação, assegurou que o acordo de armistício não foi invalidado, pois, legalmente, sua anulação requer a conformidade das duas partes, como indica o texto assinado pelas duas Coreias no dia 27 de julho de 1953.

"Consideramos que o armistício segue de pé e, portanto, descartamos tecnicamente a guerra com o Norte", disse à agência EFE um porta-voz do Ministério de Seul, encarregado dos assuntos entre as duas Coreias.
Coreia do Norte ameaça mais uma vez atacar os EUAClique no link para iniciar o vídeo
Coreia do Norte ameaça mais uma vez atacar os EUA


Horas antes, o porta-voz confirmou que o regime de Kim Jong-un suspendeu de forma unilateral a linha telefônica da aldeia fronteiriça de Panmunjom, a única via de comunicação entre Seul e Pyongyang, geralmente usada para assuntos de urgência.

O exercício militar anual "Key Resolve" realizado por Coréia do Sul e EUA, que começou hoje e vai até o dia 21, foi o responsável por desencadear as ações norte-coreanas.

A nova ofensiva verbal é mais um degrau da recente campanha de ameaças do país comunista. Na quinta-feira passada, a ONU impôs novas sanções econômicas e comerciais por conta do teste nuclear de 12 de fevereiro, o terceiro do país após os realizados em 2006 e 2009.

O armistício pôs fim à Guerra da Coreia há quase 60 anos, mas os dois países continuam tecnicamente em guerra, pois as partes não substituíram este acordo de cessar-fogo por um tratado de paz definitivo.

China pede que Coreias controlem tensão e retomada de diálogo

Nesta segunda-feira, a Coreia do Norte considerou nulo o cessar-fogo assinado com o Sul em 1953

O governo chinês enviou um pedido às duas Coreias nesta segunda-feira para "manterem o controle e evitarem ações que possam representar um aumento da tensão" entre ambos os lados, enquanto Pyongyang, que parece não ter dado importância ao comunicado, declarou "completamente nulo" o armistício que pôs fim à Guerra da Coreia (1950-53).

A atual situação na península coreana é "altamente sensível e complexa", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, enquanto, na Coreia do Norte, o jornal oficial "Rodong Sinmun" assegurava que o país se prepara para uma guerra iminente contra o Sul e contra os Estados Unidos.

O porta-voz chinês também cobrou uma resolução do conflito através do diálogo, como a retomada das conversas de seis lados (entre as duas Coreias, EUA, China, Rússia e Japão) para a desnuclearização da península, "uma plataforma efetiva para conseguir a paz e a estabilidade no Leste da Ásia". "A China fará incessantes esforços junto a todas as partes para alcançar esse objetivo", ressaltou Hua.

Nesta segunda-feira, a Coreia do Norte cortou a única linha de comunicação entre as duas Coreias, localizada na fronteiriça aldeia de trégua de Panmunjom, depois que a Coreia do Sul e os EUA iniciassem seu exercício militar anual "Key Resolve".